sexta-feira, 9 de abril de 2010

Ah, a saudade...


  Esquecer ou sentir saudade? Enfim, pensemos juntos: para esquecermos, passamos por um longo processo de adaptação, e nele está a saudade. A protagonista desta novela, que tanto nos faz sofrer e blá blá blá. E quando se quer esquecer, ela vem mais intensa, porque é como se fosse um teste. Mas a saudade, pensando bem não é algo pra ser levado tão a sério. Já imaginou nunca sentir saudade de alguém? É como se estivesse com o coração vazio, sem ninguém pra amar, gostar ou só lembrar. A lembrança, por exemplo, sem ela não existiria saudade, pior ainda, os momentos bons nunca viriam em nossa mente triste aliviar quem sabe aquela dor, sempre presente em nossas vidas, tão confusas e muitas vezes injustas. E, como uma coisa leva a outra, a injustiça que é algo tão ruim poderia não existir. Mas sem ela não ficaríamos longe de pessoas que gostamos de estar junto, não haveria saudade. Não haveria aquele abraço seguido de um beijo calorosos e cheios de saudade e a vontade de dizer quanta falta sentiu. É, pensando bem a saudade nem sempre é tão terrível, às vezes nem eterna. A saudade é a maior prova de que ninguém vive sozinho e que se deve aproveitar cada momento em que sentimos nosso coração bater forte de felicidade.

Nenhum comentário:

Postar um comentário