domingo, 11 de abril de 2010

Domingo e Pin Up

Hoje acordei com vontade de dormir de novo. Mas eu fui mais forte e levantei. O que isso tem a ver com domingo??? Tudo! Domingo é dia de tédio e, para você que está passando os olhos neste post, mesmo que não seja num domingo com certeza está aí na maior preguiça ou realmente não tem o que fazer. Então, ora bolas! Vá ler, jovem alienado.
Brink's gente :B
  Bom, e como hoje é dominguera eu vou falar sobre alguma coisa que eu gosto. Sei la, tipo, Pin ups!


Essa tem bem a cara do domingo, né? Eu particularmente gosto muito das pin ups de Edward d'Ancona.
Com vocês, as esportistas de d'Ancona.

 

Ou se você preferir, as doces e meigas de Vaughan Bass.


Olha essas do Freeman Elliot, são alegres e lindas. Adoroooo!





  Existem muitos e muitos tipos de pin ups. Esses três são só alguns dos que eu mais gosto.
Sim, pin ups são fantasias, são feitas para serem devoradas com os olhos. Quem por exemplo, não conhece a principal cheesecake de todos os tempos, a maravilhosa e real! pin up, Marilyn Monroe? Eu pelo menos acho ela super poderosa, adoro ela.
Enfim, quem quiser conferir mais, é só clicar aqui. Mil e uma pin ups pra você devorar com os olhos.
Até a próxima.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Ah, a saudade...


  Esquecer ou sentir saudade? Enfim, pensemos juntos: para esquecermos, passamos por um longo processo de adaptação, e nele está a saudade. A protagonista desta novela, que tanto nos faz sofrer e blá blá blá. E quando se quer esquecer, ela vem mais intensa, porque é como se fosse um teste. Mas a saudade, pensando bem não é algo pra ser levado tão a sério. Já imaginou nunca sentir saudade de alguém? É como se estivesse com o coração vazio, sem ninguém pra amar, gostar ou só lembrar. A lembrança, por exemplo, sem ela não existiria saudade, pior ainda, os momentos bons nunca viriam em nossa mente triste aliviar quem sabe aquela dor, sempre presente em nossas vidas, tão confusas e muitas vezes injustas. E, como uma coisa leva a outra, a injustiça que é algo tão ruim poderia não existir. Mas sem ela não ficaríamos longe de pessoas que gostamos de estar junto, não haveria saudade. Não haveria aquele abraço seguido de um beijo calorosos e cheios de saudade e a vontade de dizer quanta falta sentiu. É, pensando bem a saudade nem sempre é tão terrível, às vezes nem eterna. A saudade é a maior prova de que ninguém vive sozinho e que se deve aproveitar cada momento em que sentimos nosso coração bater forte de felicidade.